E tentou se conformar, tentou parar, sair de uma realidade da qual ela mesma queria estar presa. Gritava, mas ninguém podia a escutar. E se a estivessem escutando? Ninguém ligaria… Ou melhor, ninguém liga […] Ela lembra que quando deram a notícia para ela, eles riam. Riam na cara dela, da decepção dela. Riam da sua ignorância, da sua incompetência, de amar quem a ama e de quem pode vir a amá-la.
— Streetwalker, feelings about Anonymous Girl.
(via 4seg)